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    <title>Ruby on Kind of Idea</title>
    <link>https://kindofidea.com/pt/tags/ruby/</link>
    <description>Recent content in Ruby on Kind of Idea</description>
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    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2010 12:00:00 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Linguagem Ruby e Educação: um acordo feito no céu (tradução)</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/linguagem-ruby-e-educacao-um-acordo-feito-no-ceu-traducao/</link>
      <pubDate>Wed, 11 Aug 2010 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/linguagem-ruby-e-educacao-um-acordo-feito-no-ceu-traducao/</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;É importante não generalizar a linguagem Ruby como se fosse algo que resolverá todos os seus problemas. Ela tem propósito geral, mas será adequada em determinados contexto e outros não, como todas as outras linguagens. O propósito desse post do Kate Cunningham que eu traduzi é mostrar que as características do Ruby são muito harmônicas com as características necessárias em um ambiente efetivo de aprendizado. Isso não quer dizer que o aluno deva estacionar no Ruby. Ele terá o caminho facilitado para o mundo da programação com Ruby, mas isso será só o primeiro passo. Ele deverá sim, aprender outras linguagens, pois é a única forma de se aprimorar como profissional de uma área tão dinâmica. O texto original você encontra &lt;a href=&#34;http://rubylearning.com/blog/2010/08/11/ruby-programming-and-education-a-match-made-in-heaven/&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Fique agora com a tradução:&lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;A linguagem Ruby tem recebido muita atenção na última década, especialmente com o advento do Ruby on Rails em 2005. Enquanto a blogosfera está utilizando Ruby a muito tempo, vamos nos perguntar como, exatamente, a linguagem Ruby é propícia para um ambiente educacional.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Papo-de-Nerd: Nerd 2.0</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/papo-de-nerd-nerd-2-0/</link>
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2010 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/papo-de-nerd-nerd-2-0/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2010/08/oxenterails2010.jpg&#34;&gt;&lt;img class=&#34;alignright size-full wp-image-347&#34; title=&#34;oxenterails2010&#34; src=&#34;http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2010/08/oxenterails2010.jpg&#34; alt=&#34;&#34; width=&#34;238&#34; height=&#34;125&#34; /&gt;&lt;/a&gt;&#xA;Participei do OxenteRails 2009, Rails Summit 2009, CearáOnRails 2009 e agora OxenteRails 2010 e ficou claro que uma &lt;strong&gt;nova cultura nerd&lt;/strong&gt; está se espalhando cada vez mais rápido. Essa nova cultura nerd eu chamo de Nerd 2.0.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Ponto chave&lt;/strong&gt; é que não dá mais para ficar somente na frente do computador (nerd 1.0). Agora o &lt;strong&gt;Nerd&lt;/strong&gt; tem que ser &lt;strong&gt;sociável&lt;/strong&gt;, tem que &lt;strong&gt;equilibrar&lt;/strong&gt; seu gosto por &lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt; com seus &lt;strong&gt;relacionamentos interpessoais&lt;/strong&gt;, seja com amigos, trabalho ou o que for (Nerd 2.0).&lt;/p&gt;</description>
    </item>
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      <title>Aprenda BDD Jogando Dados - ebook</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/aprenda-bdd-jogando-dados-ebook/</link>
      <pubDate>Tue, 03 Aug 2010 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/aprenda-bdd-jogando-dados-ebook/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Olá entusiasta do Ruby! Olá entusiasta de BDD!  Te convido a ler, baixar, modificar, clonar ou fazer o que quiser com o livro: Aprenda BDD jogando Dados!&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Esse mini-livro é uma jornada linha a linha, teste por teste, utilizando a técnica do Desenvolvimento Orientado a Comportamento (Behavior Driven Development) em um projeto muito interessante: Simulação dos dados do jogo War!&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Eu escrevi esse pequeno livro para aprender BDD e RSpec, por isso eu tinha que falar sobre algo simples e de preferência que fosse divertido. Então eu pensei: Por que não jogar dados! Porque não jogar dados do jogo War!&#xA;Então aqui está: Aprenda BDD jogando dados!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Learn BDD Playing Dice - ebook</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/aprenda-bdd-jogando-dados-ebook-mini-livro/</link>
      <pubDate>Tue, 03 Aug 2010 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/aprenda-bdd-jogando-dados-ebook-mini-livro/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Hello Ruby enthusiast! Hello BDD enthusiast! Welcome to this journey line by line, test by test, using the Behavior Driven Development technique in a interesting project: War Dice Simulation!&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;I wrote this tiny book to learn BDD and RSpec for myself. I would want to start with a little example. And if was possible with a funny example too. Then I thought: Why not playing dice! Why not playing war dice! Then there you are: Learning BDD playing dice!&lt;/p&gt;</description>
    </item>
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      <title>Programação Funcional e Looping (tradução)</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/programacao-funcional-e-looping-traducao/</link>
      <pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/programacao-funcional-e-looping-traducao/</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;Quem vem linguagens como C, Java, Delphi, C# e usa a linguagem Ruby pela primeira vez, tende a programar em Ruby do mesmo jeito que programava na linguagem que já era fluente. Lendo o post abaixo você perceberá que linguagens que tem características  funcionais, como o Ruby, possibilitam formas próprias de organizar o código (Jeito Ruby) , mais especificamente nesse texto, escrito por Jon Dahl, você verá as formas mais eficientes de fazer iterações (loops) em Ruby. A versão original você encontra &lt;a href=&#34;http://railspikes.com/2008/7/29/functional-loops-in-ruby-each-map-inject-select-and-for&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Fique agora com a tradução:&lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;Se você é um programador, você provavelmente já trabalhou com um ou mais  livros que te ensinava a sintaxe de uma nova linguagem. Eu tive essa  experiência com uma meia dúzia de linguagens, como C, Javascript e Perl.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Conversa sobre linguagens de programação</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/conversa-sobre-linguagens-de-programacao/</link>
      <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/conversa-sobre-linguagens-de-programacao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;No Papo de Nerd de hoje, vou ampliar um pouco o paradigma: Além dos &lt;strong&gt;surtos de nerdice&lt;/strong&gt; que eu comecei no &lt;a href=&#34;http://valeriofarias.com/desenhando-com-lado-direito-cerebro/&#34;&gt;primeiro artigo&lt;/a&gt;. Vou incluir também algo parecido com aquelas &lt;strong&gt;conversas de boteco&lt;/strong&gt;, que depois de algumas doses, cada qual quer ser mais filósofo que o outro :) . Mais particularmente nesse post vou mostrar &lt;strong&gt;conversas&lt;/strong&gt; sobre temas gerais do &lt;strong&gt;dia-a-dia&lt;/strong&gt; de um &lt;strong&gt;desenvolvedor web&lt;/strong&gt; via Instant Messenger.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Esse papo de nerd virtual foi sobre &lt;strong&gt;linguagens de programação&lt;/strong&gt;. Mais particularmente &lt;strong&gt;Python&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ruby&lt;/strong&gt;. A conversa foi com meu amigo &lt;strong&gt;Macelo.&lt;/strong&gt; Fique agora com o texto:&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Acessando o Twitter via Interactive Ruby Shell (irb)</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/acessando-o-twitter-via-interactive-ruby-shell-irb/</link>
      <pubDate>Sun, 14 Jun 2009 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/acessando-o-twitter-via-interactive-ruby-shell-irb/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Estava procurando por uma solução simples em Ruby para fazer o update de mensagens via irb.&#xA;Achei as seguintes opções de classes Ruby:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://twitter.rubyforge.org/&#34;&gt;Twitter&lt;/a&gt; John Nunemaker - essa é a mais completa&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;a href=&#34;http://rubyforge.org/projects/twittery/&#34;&gt;Twittery&lt;/a&gt; uma classe bem simplista que faz upload de fotos pela TwitPic&amp;rsquo;s API. Esse projeto é administrado por Chris Ledet&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;Eu tomei como base para aprendizado, a classe do projeto Twittery, pois queria uma solução rápida e simples. Apesar dela não ter a segurança do protocolo de autenticação oAuth que já consta no projeto de John Nunemaker.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ruby &#43; irb &#43; utility-belt &#43; gedit = :)</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/ruby-irb-kit-de-ferramentas-gedit/</link>
      <pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/ruby-irb-kit-de-ferramentas-gedit/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em setembro de 2008, Akita fez um &lt;a href=&#34;http://www.akitaonrails.com/2008/9/21/ruby-irb-utility-belt&#34;&gt;post interessante sobre o utility-belt&lt;/a&gt;, uma gem&#xA;que adiciona várias funcionalidades ao irb (é algo parecido como dar Red Bull para o irb). Entre as várias funcionalidades temos:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;acionar o Vi ou o TextMate a partir do irb, permitindo que você escreva ou cole um código rapidamente, salve, feche o editor e já possa testar no irb, sem precisar criar arquivo e salvar em diretório.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;visualizar um histórico de comandos digitando &amp;ldquo;h&amp;rdquo;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;abrir o histórico no TextMate ou Vi usando hvi ou hmate&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;assista ao &lt;a href=&#34;http://www.akitaonrails.com/2008/9/21/ruby-irb-utility-belt&#34;&gt;screencast&lt;/a&gt; do Akita para ver o funcionamento&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;Até aí tudo bem, mas o grande problema é que eu uso &lt;strong&gt;ubuntu&lt;/strong&gt; com &lt;strong&gt;gedit&lt;/strong&gt; para escrever códigos ruby. E o utility-belt não possui métodos específicos para acionar o gedit. O help do utility belt dá a opção edit_interactively(:gedit), mas é claro que eu não poderia me contentar com esse método, eu queria que funcionasse da mesma forma que funciona para o Vi ou TextMate.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como se tornar um desenvolvedor Rails famoso (tradução)</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/como-se-tornar-um-desenvolvedor-rails-famoso-traducao/</link>
      <pubDate>Mon, 11 May 2009 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/como-se-tornar-um-desenvolvedor-rails-famoso-traducao/</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;Obs: Esse post é além de inspirador, muito esclarecedor, faz com que coloquemos novamente nossos pés onde eles precisam estar, que é no chão. Mas mostra também que podemos conseguir diversas coisas legais tomando as decisões certas e fazendo a única ação benéfica e sustentável do mundo da programação que é de ler, escrever e compartilhar código. Se algum trecho da tradução poderia ficar melhor podem mandar sugestões de mudança, o texto original você encontra &lt;a href=&#34;https://gist.github.com/0a2655aed6a26fa15a02&#34;&gt;aqui&lt;/a&gt;, fiquem agora com o texto traduzido:&lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;Oi a todos, sou &lt;strong&gt;Chris Wanstrath&lt;/strong&gt;, e vou te ensinar como se tornar um desenvolvedor Rails famoso. Um Ruby rock star. Um programador ninja. Não é difícil, apenas foque-se como um raio laser e tenha um pouco de paciência.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como a Linguagem Ruby pode ajudar o Capitão Morrimento</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/como-a-linguagem-ruby-pode-ajudar-o-capitao-morrimento/</link>
      <pubDate>Thu, 29 Nov 2007 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/como-a-linguagem-ruby-pode-ajudar-o-capitao-morrimento/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Tudo bem Pessoal, já tinha feito uma &lt;a href=&#34;http://valeriofarias.wordpress.com/2007/08/23/primeira-linguagem-de-programacao/&#34;&gt;comparação do ruby com o Pascal&lt;/a&gt; anteriormente e agora recebi um pedido para ajudar o Capitão Morrimento a selecionar seus aspirantes por meio de um software.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://valeriofarias.files.wordpress.com/2007/11/capitaomorrimento.jpg&#39; title=&#39;Capitão Morrimento&#39;&gt;&lt;img src=&#39;http://valeriofarias.files.wordpress.com/2007/11/capitaomorrimento.jpg&#39; alt=&#39;Capitão Morrimento&#39; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;O problema é que o Capitão Morrimento precisou sair de férias do seu batalhão, mas mesmo assim quer garantir que a equipe continue na linha e quer acompanhar os aspirantes para não ter problema com eles no futuro.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
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      <title>Ruby como primeira linguagem de programação!</title>
      <link>https://kindofidea.com/pt/ruby-como-primeira-linguagem-de-programacao/</link>
      <pubDate>Thu, 23 Aug 2007 12:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>https://kindofidea.com/pt/ruby-como-primeira-linguagem-de-programacao/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Pois é, para alguns pode soar um pouco estranho, principalmente para os mais tradicionais, mas é o que estou propondo nesse post.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;A minha experiência com a primeira linguagem foi em 1997 com &lt;a href=&#34;http://pt.wikipedia.org/wiki/Pascal_\(linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o\)&#34;&gt;Pascal&lt;/a&gt; que foi uma linguagem criada em 1970 por Niklaus With com o objetivo principal de encorajar o uso do código estruturado (principalmente para o ensino).&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Vamos ver um pequeno exemplo de teste lógico em Pascal:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34;&gt;&lt;code class=&#34;language-pascal&#34; data-lang=&#34;pascal&#34;&gt;    program Testelogico;&#xA;       &#xA;    var a,b:integer;&#xA;&#xA;    uses crt;&#xA;&#xA;    begin&#xA;     clrscr;&#xA;     writeln (&amp;#39;Digite um número para A&amp;#39;);&#xA;     readln (a);&#xA;     writeln (&amp;#39;Digite o número para B&amp;#39;);&#xA;     readln (b);&#xA;    &#xA;     if (a = b) then&#xA;        writeln (&amp;#39;A é igual a B&amp;#39;)&#xA;     else&#xA;        if (a &amp;amp;lt; b) then&#xA;              writeln (&amp;#39;B é maior que A&amp;#39;)&#xA;        else&#xA;              writeln (&amp;#39;A é maior que B&amp;#39;);&#xA;    end.&#xA;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;Podemos perceber nesse código a necessidade de aprendizado de vários conceitos voltados para a própria estrutura da linguagem ao invés de se focar no problema. Como exemplo temos a exigência dos parênteses e o ponto e vírgula no final de bloco, além da regra clássica: antes de else não se usa ponto e vírgula, pois o ponto e vírgula é utilizado para finalizar blocos de programação.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
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